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Friday, June 25, 2010

Dia 14

Japão 3 x 1 Dinamarca - Rustemburgo - 15:30

Dois gols de falta, com uma bela ajuda do goleiro Sorensen.

Dinamarca pareceu meio cansada. E o Japão jogando bem certinho.

Honda patifou a defesa adversária no último gol.

Endo é sósia japônes do Chino Recoba.
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Holanda 2 x 1 Camarões - Cidade do Cabo - 15:30

Camarões não mostrou nada na copa. A bem da verdade Eto'o fica sem parceria no time. Não se vê outros dos seus conterrâneos jogando em nível parecido.

Os Holandeses seguem jogando na mesma maneira. Não me empolgam, mas devem crescer com Robben.

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"“Quem não sabe porque ganha, não sabe porque perde".

Lippi aparentemente não se lembrou dessa máxima do esporte. Parece ter esquecido tudo o que fez certo em 2006. Não seria injusto responsabilizar ele por essa desclassificação italiana. Uma seleção mal convocada, e um time confuso em campo.

A defesa que só levou 2 gols em toda a Copa da Alemanha conseguiu 3 num só jogo.

Eslováquia deixou para jogar futebol na última hora. Dessa vez não foi tarde demais.


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Paraguai 0 x 0 Nova Zelândia - Polokwane - 11:00

Muita digna a participação da Nova Zelândia. Saíram invictos. Muito mais do que se esperava deles.

O Paraguai repetiu a formação mais ofensiva, com três atacantes, mas teve inesperadas dificuldades para marcar um gol.

Saturday, June 19, 2010

Dia 9


Dinamarca 2 x 1 Camarões - Pretória - 15:30

"O medo de perder tira vontade de ganhar". Dessa vez, a máxima de W.Luxemburgo não funcionou. Nenhum dos time poderia perder, assim fizeram um jogo franco, corrido, aberto, proporcionado um belo espetáculo.

É claro que ocorreram lances bizarros, afobações e erros. Logo aos 10, Poulsen resolveu dar uma de Jesper Olsen, errando na saída de jogo e entregando um presente para o adversário. A bola chegou nos pés de Eto'o (dessa vez jogando como centroavante), que abriu o placar. Aos 33, Kjaer fez um lançamento sensacional, achando Rommedahl na ponta direita. De lá saiu o cruzamento rasteiro para Bendtner empatar o jogo. Ainda no primeiro tempo os times tiveram mais chances de marcar.

O jogo seguiu bastante aberto no segundo tempo. Sorensen e Souleymanou foram bastante acionados. Aos 16, Rommedahl foi novamente lançado na ponta direita, mas dessa vez fez jogado individual, trazendo a bola para o meio da área e batendo de pé esquerdo, sem chance para o arqueiro camarones.

Um grande jogo. Bela reação dos Dinamarqueses. É de se lamentar que os leões indomavéis não tenham jogado essa bola antes.
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Os australianos precisavam mostrar que não eram um time tão fraco como o jogo da Alemanha deixou transparecer. Isso eles conseguiram, mas não com a vitória.

Aos 11, Holman, aproveitando a falha de Kingson, abriu o placar. A Austrália era melhor, mas aos 24 a bola bateu na mão de Kewell, que estava em cima da linha. Pênalti e expulsão do australiano. Gyan converteu sua segunda cobrança na copa.

Gana não soube jogar com um mais, sendo inferior a uma Austrália que lutou muito e buscou mais os três pontos.

Pode parecer conflitante, mas eu teria marcado o pênalti, mas não expulsaria Kewell.


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Holanda 1 x 0 Japão - Durban - 08:30

A Holanda repetiu o bom, porém inócuo, toque de bola no campo de ataque. A posse de bola era majoritariamente holandesa, mas os japoneses pouco se incomodavam com isso, não saindo de trás. Van Persie saía demais na área e a Holanda não ameaçava concretamente o seu adversário.

A situação só se alterou aos 8 do segundo tempo, quando Sneijder encheu o pé e goleiro Kawashima se passou da bola, sendo traído pelas curvas da Jabulani. Só então o Japão começou a correr riscos (Afellay saiu duas vezes na cara do gol), Túlio Tanaka virou atacante, e, numa escorada dele, Okazaki quase empatou.

Por que o Japão usou uniforme reserva?

Para homenagear a bicicleta dada, o Cléber Machado resolveu inventar 8 pronúncias diferentes para o nome do Kuyt.

E segue a moda do par de vaso entre treinador e assistente. Dessa vez foram Van Marwijk e Frank De Boer

Monday, June 14, 2010

Dia 4


Itália 1 x 1 Paraguai - Cidade do Cabo - 15:30

Debaixo de chuva, Italianos e Paraguaios fizeram um belo jogo, bastante pegado e bem disputado. As travas na canela nos primeiros segundos do jogo deram uma boa mostra disso.

Apesar de uma dificuldade inicial em sair jogando, o time de Gerardo Martino era mais feliz na sua proposta de jogo. Firme na defesa e incisivo nas oportunidades de ataque. Aos 39 abriu o placar na cabeçada de Alcaraz.

Lippi sofria por sua convocação mal feita. Sofria também pelo time mal escalado. Fez alterações no segundo tempo, a Itália passou a jogar mais no campo de ataque, mas não chegou a cria claras situações de gol. O empate ocasionou-se de um erro de Villar, que saiu em falso socando o ar, deixando a bola chegar em De Rossi, que foi oportunista.

Morel Rodriguez jogou uma enormidade. Camoranesi (chamado de "Camaronesi" pelo Júnior) não jogou nada.

Paraguai carece de maior qualidade no meio campo. Em compensação, tem ótimas opcões para o ataque.

Belíssimo uniforme dos paraguaios.
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Japão 1 x 0 Camarões - Bloemfontein - 11:00

Os japoneses jogaram certinho, uma atuação extremamente consciente. No primeiro tempo insistiram na jogada pela direita, e de lá saiu o cruzamento para o gol de Honda, aos 39 minutos. No segundo tempo, recuaram para trás da linha do meio do campo, administrando a vantagem esperando pelo adversário.

Camarões foi decepcionante, apático. Um toque de bola despretensioso, dependendo demasiadamente de Eto´o (Posicionado tal como jogou na Inter nesta última temporada). Sem parceria, o nove dos leões indomáveis só fez uma boa jogada, no início do segundo tempo pela ponta direita.

Um dos destaques do jogo foi (mais uma) a chinelagem da Puma, que colocou um transfer/serigrafia por cima das listras no espaço da frente dos números, mas somente na camisas dos jogadores numerados com dois dígitos. Diferente do que foi visto no amistoso contra a Sérvia, nove dias atrás.
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Holanda 2 x 0 Dinamarca - Johanesburgo/Soccer City - 8:30

A Holanda atua sempre da mesma forma, independente do oponente. Toque de bola, jogadores abertos na pontas. Fez isso durante todo o primeiro tempo, mas sem muita objetividade. A Dinamarca fez uma primeira etapa correta, esperando o adversário e saindo no contra-ataque. Talvez tenha faltado alguém que se aproximasse mais de Bendtner, que ficou muito isolado. Na única boa bola que chegou nele, a cabeçada saiu fraca.

Toda essa dinâmica dos 45 minutos iniciais foi quebrada com o gol contra, na infelicidade de Poulsen. A Dinamarca não se achou mais no jogo, não tendo força e nem qualidade para buscar o empate. A Holanda finalmente encontrou alguma facilidade na partida, criando chances, colocando bola na trave e aumentando com Kuyt, aos 40 do segundo tempo.

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